resumo gente que faz

Glaydson Martins do Vale

Abordando de forma simples e direta, o texto mostra de que é possível formar empreendedores, e que isto não se trata somente de um “dom” ou “espírito empreendedor”, mas também de aprendizado e experiência.

“Vontade e aptidão para realizar algo, deixar sua marca, fazer diferença” – assim pode ser resumido o “espírito empreendedor” que, numa sociedade, melhora as condições de vida de seus cidadãos, assim, aumentando a riqueza do país. Em 1997, segundo o SEBRAE, um dos principais motivos que levam a empreendimentos é o desemprego ou insatisfação no emprego, que é um motivo legítimo, mas insuficiente para denotar o espírito empreendedor, que, dentre outros motivos citados, impacta profundamente nos índices de falência de empresas.

Uma parte muito interessante do texto é a de querer integrar matérias de Empreendedorismo em várias áreas da educação, desde a básica, e principalmente na educação superior, mostrando o quão importante é o empreendedorismo para o crescimento da sociedade.

“Uma parte dos ensinamentos que os alunos obtêm aqui é: a) eles vão falhar, e b) tudo bem”, diz Timmons. – Esta frase mostra claramente que o mais importante do que o aprender, é a experiência que terão com as falhas.

O empresário Gordon Hoffstein, formado em 1975, que diz que aprendeu com seus fracassos tanto ou mais do que cursando um MBA: “Eu me consolei dos fracassos encarando o dinheiro que perdi como uma anuidade de um curso universitário”, denotando desta forma a diferença crucial entre Empreender ou Arriscar.


Adonias Ferreira Ramos

O texto fala da importância do empreendedorismo para o desenvolvimento de um país, mostrando a importância de ser um empreendedor, destacando que o empreendedorismo, realizado de uma forma correta, está diretamente ligado ao desenvolvimento de um país. O Brasil está cada vez mais se envolvendo neste cenário, uma vez que as micros e pequenas empresas correspondem a uma alta taxa de empregos para o país, contribuindo assim para o seu desenvolvimento. Continuando dessa forma, o Brasil tem a oportunidade de se tornar um país mais desenvolvido. Mostra também a importância do ensino de empreendedorismo, que é primordial pra quem quer empreender, explicando várias maneiras de empreender, uma vez que proporciona uma melhor visão para fazer o negócio da maneira certa, e não chegar e fazer de qualquer jeito, mas mostra também que se pode aprender com o fracasso. Enfim, destaca a importância do empreendedorismo para um país.


Daniel Batista da Silva e Carlos Fernando

Resenha de uma Matéria sobre Empreendedorismo que saiu na revista EXAME (Edição Especial de 26/08/2000 – como o tema: Como se faz gente que faz?)

A matéria nos mostra que é possível se formar empreendedores e que o empreendedorismo é importante para as empresas, para o país e para as pesosoas.

O texto, em 12 páginas, se divide em vários enfoques sobre as experiências do Brasil e principalmente dos Estados Unidos, no curso de empreendedorismo no Babson College.

O texto deixa claro, e os números comprovam, que a força das pequenas e médias empresas hoje no Brasil e no mundo é muito grande e faz com que se voltem para elas com bastante afinco, buscando cada vez mais incentivo para os pequenos e médios empreendedores, e desta forma trazendo a médio prazo riquezas para as nações e uma melhor qualidade de vida para todos. Pois o número de empregos gerados por estas empresas só nos Estados Unidos desde 1980 foram de 34 milhões, enquanto as 500 maiores empresas da lista da revista Fortune fechavam 5 milhões de vagas. No Brasil, as micro e pequenas empresas respondem por mais de 43% dos empregos. Somando as empresas médias (menos de 100 empregados, nos setores de comércio e serviços, ou menos de 500, na indústria), a taxa sobe para quase 60% dos empregos formais, de acordo com dados do IBGE de 1994. Isso sem contar o mercado informal, estimado em até 50% da economia brasileira. Portanto, isto demonstra a importância do ensino nas universidades da cadeira de empreendedorismo, que estimula nos alunos este epírito empreendedor que há em cada um de nós. Mesmo que a quantidade de empresas criadas não seja proporcional a quantidade de alunos formados, a semente fica plantada na mente deste potenciais empreendedores, que com certeza colocarão em prática ao longo de suas vidas profissionais. A exemplo dos EUA o Brasil precisa seguir esta tendência, que pode ser a chance do nosso país, de uma vez por todas, se tornar uma potência mundial da economia, incentivando o empreendedor a por em prática as suas ideias e oportunidades de negócios.

Recomendo esta matéria a todos, que de uma forma ou de outra, têm interesse em se tornar um empreendedor ou aperfeiçoar a sua forma de empreender.

Colaboraram com a materia resenhada os profissionais Suzana Naiditch e José Maria Furtado.

Daniel Batista e Carlos Fernando.

Francielly Falcão e Samuel Carlos

// Trabalhando no projeto de computação Gráfica e no plano de negócios de empreendedorismo, aproveitando o tempo longe do trabalho pra discutir sobre isso. Gratos, segue….//

O texto fala sobre o espírito empreendedor e levanta uma questão respondida em diferentes perspectivas: É possível ensinar alguém a ser empreendedor? O autor cita Shumpeter para definir o espírito empreendedor através do livro “Capitalismo, Socialismo e Democracia”. Segundo ele espírito empreendedor não é simplesmente a coragem de abrir um negócio. Ele está ligado à inovação, ao crescimento, à exploração de uma brecha que ninguém mais viu, ou seja, a oportunidades. Ele ainda completa dizendo que nem todas as empresas se encaixam neste perfil e cita algumas pesquisas que comprovam este fato. Uma que me chamou a atenção foi a pesquisa feita pelo Sebrae em 1997 em 12 estados. Ela mostrou que o índice de falências varia entre 47% e 73% em três anos. Em São Paulo, o estado brasileiro que abriga mais empresas, os resultados foram: 35% de falências em um prazo de um ano, 47% em dois anos e 56% em três anos. Este resultado levantou uma questão, segundo o autor: é justo arriscar vendo estes dados. A resposta seria: sim se este empreendedor estiver inserido em uma cultura que o ajude a avaliar e minimizar os riscos e se os fracassos poderem ser encarados como um aprendizado. Fazer negócio não necessariamente significa “dar um tiro para o alto”, um bom planejamento ajuda no sucesso.
Outra questão respondida texto se refere a pergunta: É possível ensinar alguém a ser empreendedor? O autor divide o texto em 3 sessões para responder esta pergunta. A primeira cita o exemplo Babson College, uma grande instituição, uma das mais importantes, formadora de empreendedores dos EUA. Nesta parte é descrito como esta escola ensina aos seus alunos o caminho a ser seguido e é deles (alunos), que deve partir a iniciativa de empreender, todos os professores estão lá para mostrar o caminho cabe a cada um decidir segui-lo. A segunda parte se refere a diferença de se empreender e arriscar, tudo depende de planejamento. E pro fim a terceira cita o caso do Brasil e diz que este país vive o inicio de uma febre empreendedora, observado através do aumento das incubadoras, nos cursos de empreendedorismo e na procura por oportunidades em uma pais que cerca de 45% da força de trabalho é originada nas pequenas e médias empresas.
Uma frase que me chamou atenção no texto é: “Todo mundo é chefe do empreendedor: seus sócios, investidores, clientes, fornecedores, empregados, família, comunidade. Mas os empreendedores podem escolher as exigências que vão atender, e quando.”. Todo mundo enfrenta desafios, problemas e fracassos. O empreendedor aprende com eles e se torna um vencedor.

Por Carlos Alexandre, Valter Jorge e Ygor César

/*Explicações prévias e motivos do trio*/

//Madrugada de quinta para sexta, reunidos e preparando projeto do Student to Business da Microsoft, que está por ser entregue no próximo sábado, fizemos um "Desenvolvimento em Conjunto" por "Necessidade", e não por "Oportunidade", grato pela "possível" Compreensão.

Como se faz gente que faz?


O índice de empreendedorismo está diretamente ligado ao desenvolvimento de um país, principalmente aos fatores econômicos e sociais, sendo estes divididos em empreendimentos por oportunidade, que são os mais impactantes em ambos cenários, e os empreendimentos por necessidade, que surgem em países com menores taxas de crescimento e que apresentam uma alta taxa de mortalidade empresarial e uma perca total do capital investindo em elevado níveis, contrariando os valores impostos pelo empreendedorismo por oportunidade, que “pode” valorizar a questão de riscos calculados, e possuem um maior planejamento no geral.
Nada adianta um mercado e sociedade alforriados, sem pessoas aptas e capazes de fazer a diferença, pessoas que aproveitam as mais diversas oportunidades oferecidas pala vida, responsáveis pelas mudanças positivas em um país e na sociedade, com o verdadeiro espirito empreendedor e que promovem de forma democrática a mobilidade social, sem se preocupar com questões banais, tais como os preconceitos, e demais diferenças vis, tendo em foco unicamente as oportunidades, mudando a maneira como o mundo é, e como ele pode ser visto.
No Brasil, o ensinamento da arte de empreender ainda está em um nível embrionário, mas tem muito a crescer e se desenvolver, até tornar-se adulta, como já é em alguns países antes tomados como de primeiro mundo, e hoje, por nações avançadas, que focam desde cedo na doutrina empreendedora, ensinando as pessoas não somente a empreenderem, mas sim a fazê-lo das maneiras corretas.
O Brasil subiu varias faixas desde 1988. Segundo pesquisa da PUC, o país possuía apenas duas incubadoras, e hoje são mais de 100, espalhadas por todo território nacional, provando assim, que nós realmente podemos estar entre os grandes, realizando mudanças impactantes no mundo globalizado, e mudando a imagem que hoje nos é ofertada.



Emanoel Carlos Gomes Ferraz Silva

Em resumo, o texto fala sobre as principais características de um empreendedor e sua relevância na sociedade. Segundo o autor, micro e pequenas empresas aqui no Brasil, respondem por 60% dos empregos formais e 95% das inovações radicais no mundo dos negócios (desde o fim da Segunda Guerra Mundial) vieram das pequenas empresas. Baseado em estatísticas como essas, o autor justifica a crescente procura por cursos dessa área, além do aumento da oferta de disciplinas nas graduações, que são de grande importância, pois formarão uma nova cultura empreendedora na sociedade.

Esse tipo de formação, mudará uma atual realidade no Brasil: o índice de falência varia entre 47% e 73% em três anos, apenas 57% dos entrevistados em outra pesquisa citaram "Identificar uma oportunidade" como condição primordial para iniciar um negócio.

Um exemplo de como o ensino do empreendedorismo faz toda a diferença, é o Babson College. Com uma metodologia própria de ensino: não se ensina a melhor maneira de fazer negócios, e sim as melhores maneiras.

"O espírito empreendedor é um dos fatores essenciais para aumentar a riqueza do país e melhorar as condições de vida de seus cidadãos"


Diego Alexandre C de Holanda Cavalcanti.
Em resumo, o texto aborda sobre:
• Empreendedores que já ficaram ricos agora querem passar informações de empreendimentos de sucesso às novas gerações;

• As várias maneiras e as melhores formas de criar um ambiente de ensino do empreendedorismo;

• As importâncias das pequenas e medias empresas no cenário econômico de um país, exemplificando com alguns casos;

• Destaque para um país q investe em ensino de empreendedorismo, mostrando q em alguns lugares a matéria de empreendedorismo já estar sendo ensinada a crianças e adolescentes;

• A importância de aprender com o fracasso;

• Crescimento do ensino de empreendedorismo no Brasil.


Micael Soares

O texto aborda as questões relativas ao empreendedorismo principalmente quanto a possibilidade de ensino do mesmo. Se é possível ser ensinado e de que forma pode ser feito. Nele exemplos de profissionais e instituições que fazem um bom trabalho com o ensino do empreendedorismo são tratados como a Babson College considerada uma das melhores instituições dos Estados Unidos para formação de empreendedores.

Um dos pontos visto com relação ao ensino do empreendedorismo é com relação ao que é ensinado, "não a maneira correta de se fazer negocios mas as diversas maneiras" como disse Les Charm, professor e consultor especializado em finanças. Isso considerando que empreendedores são oportunistas.

Diversos outros aspectos são discutidos, como a influência e participação significativa de pequenas empresas e novos negócios na economia do mercado; o que vem a ser o espirito empreendedor; o que ser é ser empreendedor; o quanto a capacidade de criar e saber aproveitar oportunidades estão ligadas ao empreendedor e qual a importância do mesmo para o mercado. Ou seja, alguns dos principais aspectos ligados ao empreendedorismo.

Por fim, é retratado o crescimento do ensino do empreendedorismo e da atividade empreendedora no Brasil, com a adesão de métodos de formação de empreendedores como o de Fernando Dolabela, incetivos do governo como o programa Brasil Empreendedor, a multiplicação do número de incubadoras com a chegada de investimento estrangeiro, etc.


César Magno Gomes da Silva

O texto se divide nos seguintes tópicos

Primeiro o autor fala sobre porque é necessário repassar o ensino do empreendedorismo, ele mostra que por mais livre que seja o mercado, este precisa de gente que empreenda e aproveite as oportunidades oferecidas pelo ambiente.
No segundo parágrafo ele ressalta que antigamente se pensava que os pequenos e médios negócios, com até 100 funcionários não fossem relevantes para a economia de um país, hoje, porém muitas pesquisas mostram a força econômica atrelada a estes pequenos e médios negócios
No terceiro tópico ele reforça o anterior mostrando que pessoas com perfil empreendedor não só são importantes pois geram emprego apartir da sua atividade empreendedora, como também existem pesquisas que mostram que o perfil empreendedor pode ser responsável por um terço da variação do crescimento econômico de um país, além disso muitas das pequenas empresas se transformam em grandes.
No quarto ponto o autor mostra ainda o poder revolucionário presente no empreendedorismo que não tem preconceitos ao escolher os empreendimentos bem sucedidos.
No quinto tópico o texto fala sobre o conceito de empreendedorismo e sobre as questões envolvidas com o ensino do mesmo. O autor também fala sobre iniciativas como a de Roger Babson, consultor e financista americano que ficou famoso por prever a crise de 1929, para criação de uma escola de negócios que acabou se tornando o principal pólo de ensino de empreendedorismo dos Estados Unidos.
O autor fala ainda sobre a dificuldade que grande parte dos empresários paulistas tem hoje em calcular todos os fatores envolvidos no negócio, paralelo a isso o autor cita a questão do aumento do ensino de empreendedorismo no Brasil tendo como um dos fatores de alavancagem o aumento do número de investidores estrangeiros e consequentemente o aumento de incubadoras de empresas.
Por fim são citados alguns mitos, e realidades sobre o processo de empreendedorismo estes que só fazem reforçar que empreender é um processo organizado de dedicação e planejamento, através do qual o empreendedor se compromete com a missão e metas do seu negócio, explorando boas equipes através de uma atitude de liderança e associatividade.